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Caixa credita R$ 1,3 bi de auxílio para nascidos em novembro

No total, são 3,4 milhões de beneficiários com crédito liberado hoje

CaixaCrédito: Fernando Frazão/Agência Brasil

Beneficiários do auxílio emergencial nascidos em novembro recebem hoje (18) crédito nas contas poupança social, no total de R$ 1,3 bilhão. São 3,4 milhões de brasileiros que fazem parte do ciclo 4.

Desse total, 624,2 mil receberão R$ 408,8 milhões referentes às parcelas do auxílio emergencial. Os demais, 2,8 milhões, serão contemplados com a segunda parcela do Auxílio Emergencial Extensão, em um montante de R$ 907 milhões.

A partir de hoje, os valores já podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em mais de 1 milhão de estabelecimentos comerciais.

O benefício, criado em abril pelo governo federal, foi estendido até 31 de dezembro por meio da Medida Provisória (MP) nº 1.000. O Auxílio Emergencial Extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600.

A Caixa lembra que não há necessidade de novo requerimento para receber a extensão do auxílio. Somente aqueles que já foram beneficiados e, a partir de agora, se enquadram nos novos requisitos estabelecidos na MP, terão direito a continuar recebendo o benefício.

Saques e transferências para quem recebe o crédito nesta quarta-feira serão liberados a partir do dia 5 de dezembro.

Hoje, a Caixa também paga a terceira parcela do Auxílio Emergencial Extensão para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com NIS final 2.

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Indústria da cerâmica deve seguir crescimento

Em homenagem ao dia do ceramista, 28 de junho, as indústrias de cerâmica que integram o Arranjo Produtivo Local Terra Cozida do Pantanal, na região norte do Estado, realizaram neste sábado (14/06), na cidade de Rio Verde de Mato Grosso, a 2ª Festa do Ceramista – Ação e Cidadania, com atividades de lazer, saúde, educação e prestação de serviços à comunidade.

Realizado na Escola Estadual Thomaz Barbosa Rangel, o evento destacou a importância sócio-econômica que as cerâmicas desempenham no Estado, valorizou o profissional ceramista e promoveu sua integração com a população entorno. Durante todo o dia foram oferecidos serviços de emissão de carteira de trabalho; corte de cabelo; atendimento jurídico; orientações sobre financiamentos bancários; exames médicos e atividades educativas do Circuito Saúde do Sesi, atendimento da Cozinha Brasil, gincanas esportivas e comercialização de peças de artesanato.

A Festa foi organizada pelo APL, Sebrae, Sesi, Senai, Fiems, Uniderp e prefeituras de Coxim, Rio Verde e São Gabriel do Oeste. Segundo o presidente do APL Terra Cozida do Pantanal e empresário, Natel Moraes, a estimativa é que seis mil pessoas tenham sido atendidas durante o evento. “O resultado oficial sai na terça-feira (17/06), e está sendo preparado o relatório final pela Uniderp. A festa atendeu nossa expectativa e já estamos preparando para o próximo ano, com outras novidades”, diz.

Na gincana ceramista, a vencedora da categoria profissionais do setor foi a Cerâmica Nossa Senhora Aparecida de Coxim, e recebeu R$ 1.000,00, e o primeiro lugar da categoria comunidade ficou com a Escola Municipal Vergilino, com prêmio de R$500,00. Ambas obtiveram maior pontuação nas provas de cabo de guerra, arremesso de argila, empacotamento de lajota e no torneio de futebol na argila.

Marco para a região

Na solenidade de abertura do evento, realizada na sexta-feira, dia 13, às 20 horas, o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/MS e empresário ceramista em Rio Verde, Luiz Claudio Fornari, destacou a importância das indústrias cerâmicas para a região. “O norte tinha problemas por não acompanhar o crescimento do Estado. Aos poucos, as pessoas que acreditaram nesta terra investiram em suas potencialidades e hoje a segunda festa do ceramista marca a região com esta vocação, que modifica nosso mapa econômico, porque habilita a região a acompanhar este desenvolvimento fantástico pelo qual Mato Grosso do Sul passa atualmente”.

Para Fornari, o rastreamento de novas argilas e a criação de produtos diferenciados sinalizam que o pólo industrial das cerâmicas será destaque no cenário nacional. “O norte representava um peso para o Estado e agora passa a ser um grande contribuinte, mas o principal é que este segmento proporciona a inclusão, oferecendo, uma grande oportunidade para todos os trabalhadores, famílias e comunidade. Os primeiros projetos, as primeiras indústrias foram acompanhados pelo Sebrae e até hoje somos parceiros porque acreditamos neste trabalho”, diz.

Indústria Ativa

Na região norte, 12 indústrias de cerâmica estão instaladas nas cidades de Rio Verde, Coxim e São Gabriel do Oeste. Segundo o presidente do APL, Natel Moraes, o setor cerâmico no Brasil tem faturamento anual de 6 bilhões de reais, crescimento de 8% previsto para este ano e de 12% para 2009. “Mato Grosso do Sul tem acompanhado este ritmo. Somente em Rio Verde, as cinco indústrias são responsáveis por 500 empregos diretos e mais de 1.500 indiretos”, diz.

Natel mencionou a Expo – MS, realizada pela Fiems, como um incentivo para a representatividade do setor no País. “Depois da Expo – MS, Mato Grosso do Sul passou a ser celeiro do setor industrial no Brasil”, diz.

Para a superintendente do Sesi, Maura Gabinio, a festa do ceramista significa a união do setor industrial e da região norte. “Essas indústrias proporcionam qualidade de vida ao funcionário, aos seus dependentes e à população ao redor, levando saúde, educação, lazer e responsabilidade social”.

Maura explica que a atuação da entidade tem foco no trabalhador da indústria, por meio de ações preventivas de saúde. “É importante trabalhar o viés da prevenção, levando informações para que a sociedade tenha hábitos de vida saudáveis”.

Este conceito de saúde pôde ser conferido durante a festa, na Cozinha Brasil que ofereceu alimentos de baixo custo com alto valor nutritivo, nas gincanas esportivas e no Circuito de Saúde, promovido pelo Sesi, em parceria com a Uniderp – Campus Rio Verde. “O foco é a indústria ativa, atuante, que proporciona o desenvolvimento econômico e que trabalha o seu entorno, com ações de investimento social privado. Saúde é comportamento, corpo e emoção”, finaliza Maura.

Universidade parceira

Cinqüenta acadêmicos das áreas médica, odontológica, jurídica e fisioterapêutica da Uniderp – Campus Rio Verde realizaram atendimento na festa do ceramista. Para o diretor da universidade, Marcos Marques, a ação contribui para aprendizado dos alunos e com a sociedade. “Ano passado, esta ação detectou cinco casos de câncer de mama. Nossa presença na festa é uma maneira de retribuir à comunidade a nossa acolhida nesta cidade há 15 anos”, diz. A Festa do ceramista contou ainda com parceria do Corpo de Bombeiros de Rio Verde, Procon, Sindicer – Sindicato das Industrias de Cerâmica de MS, Rádio Campo Alegre, Stico – Sindicato dos Trabalhadores de Industrias Cerâmicas e Olarias, Câmara Municipal de Rio Verde e Colping Frei Thomaz.

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Trabalhador com jornada reduzida deve receber 13º e férias integrais

Trabalhadores com jornada de trabalho reduzida devem receber férias e 13º salários com base na remuneração integral. No caso dos contratos suspensos, o pagamento será proporcional, considerando os meses em que houve15 dias ou mais de trabalho.

A conclusão está em nota técnica produzida pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia que analisa os efeitos dos acordos de suspensão do contrato de trabalho e de redução proporcional de jornada e de salário, por meio do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEM). O programa foi lançado pelo governo federal como uma das medidas para enfrentar a crise gerada pela pandemia de covid-19. Para responder a questionamentos sobre o pagamento de férias e 13° salário para trabalhadores incluídos no BEM, a secretaria produziu a nota técnica.

Segundo a nota, trabalhadores com jornada de trabalho reduzida devem receber as parcelas de 13º e férias com valor integral. “Esta regra deve ser observada especialmente nos casos em que os trabalhadores estiverem praticando jornada reduzida no mês de dezembro”, diz a secretaria. De acordo com a legislação, o 13º salário corresponde a 1/12 avos da remuneração devida em dezembro, por mês de serviço.

Para os contratos suspensos, os períodos de suspensão não devem ser computados como tempo de serviço e para cálculo de 13º. A exceção é para os casos em que os empregados prestaram serviço por mais de 15 dias no mês, que já estão previstos na legislação vigente, favorecendo, assim, o trabalhador. A partir de 15 dias de trabalho o cálculo do 13º é feito como se fosse um mês integral.

“A diferenciação ocorre porque, na redução de jornada, o empregado permanece recebendo salário, sem afetar seu tempo de serviço na empresa, o que permite computar o período de trabalho para todos os efeitos legais. Com a suspensão dos contratos de trabalho, no entanto, a empresa não efetua pagamento de salários e o período de afastamento não é considerado para contagem de tempo de serviço, afetando assim o cálculo das férias e do 13º”, diz a secretaria.

A nota técnica esclarece que os períodos de suspensão do contrato de trabalho não são considerados no cálculo de tempo para ter direito a férias. “Os períodos de suspensão do contrato de trabalho não são computados para fins de período aquisitivo de férias, e o direito de gozo somente ocorrerá quando completado o período aquisitivo, observada a vigência efetiva do contrato de trabalho”, diz a nota.

Entretanto, diz a secretaria, por meio de acordo coletivo ou individual, ou decisão do empregador, é possível considerar o período de suspensão na contagem do tempo e pagar o valor integral do 13º salário e conceder férias.

“Observando-se a aplicação da norma mais favorável ao trabalhador, não há óbice para que as partes estipulem, via convenção coletiva de trabalho, acordo coletivo de trabalho, acordo individual escrito, ou mesmo por liberalidade do empregador, a concessão de pagamento do 13º ou contagem do tempo de serviço, inclusive no campo das férias, durante o período da suspensão contratual temporária e excepcional”, ressalta a nota técnica.

Edição: Nádia Franco

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2020-11/trabalhador-com-jornada-reduzida-deve-receber-13o-e-ferias-integrais

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Setor da construção civil está otimista com o “novo normal”

Com o avanço do novo coronavírus pelo Brasil, diversas áreas da economia foram afetadas, incluindo a construção civil, que apresentava uma retomada aos resultados positivos apresentados antes da crise. Mesmo assim, especialistas do setor estão otimistas em relação ao “novo normal” dos novos empreendimentos juntamente com o desempenho do mercado imobiliário.

De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Geraldo Jardim Linhares Júnior, mesmo com a paralisação de alguns pontos, os setores administrativo e jurídico seguem trabalhando de forma remota. Isso tem contribuído para a “melhoria na velocidade das aprovações junto ao poder público”, processo burocrático que normalmente era demorado.

“A confiança dos empresários do setor começa a retornar e temos obras e lançamentos confirmados. Achamos que vamos começar a reverter o mercado favoravelmente a partir do meio do próximo trimestre”, avalia Linhares Junior. No entanto, para os especialistas, as construções seguirão novas tendências para atender ao “novo normal”, quando as preferências das pessoas devem mudar.

Para o arquiteto, urbanista e diretor da Bloc Arquitetura e Empreendimentos, Alexandre Nagazawa, os consumidores devem buscar por lugares mais abertos, verdes e que ofereçam a possibilidade da instalação de um escritório, que pode ser feito pelos próprios moradores da casa com materiais básicos como máquina de solda, pós-pandemia. Isso porque o tempo em isolamento pode ter mostrado a necessidade do autocuidado e de um espaço aberto e arejado, além da possibilidade da execução de diversas tarefas em um mesmo ambiente.

“Se vão passar mais tempo lá, vão precisar que a casa atenda necessidades também do trabalho, que tenham espaço e tecnologia para isso. Novos materiais que promovam maior assepsia, inertes, que não acumulem poeira, vidros autolimpantes devem ser cada vez mais utilizados. Hoje, a maneira que construímos é insustentável e vamos precisar usar da criatividade para sermos inovadores”, destaca o arquiteto.

O mercado imobiliário também apresenta otimismo em relação à retomada. Uma pesquisa realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em março deste ano, comprovou que mais da metade (56%) das 362 empresas consultadas pretendem continuar suas agendas de lançamentos. Desses, 13% esperam o segundo semestre do ano para estrear seus produtos normalmente, 18% adiaram os lançamentos em até 120 dias em qualquer circunstância e 25% farão o mesmo com um prazo de até 60 dias.

Retrospecto positivo antes da Covid-19

Em 2019, a construção civil registrou o melhor percentual de crescimento desde 2014, com 2%. No mesmo período, quase 10% dos Registros de Imóveis do Brasil corresponderam a vendas de casas e apartamentos. A relação entre o setor de construção e a geração de empregos também estava nas estimativas antes da pandemia. Neste caso, na projeção, a criação de 150 a 200 mil vagas na área até o final de 2020 era esperada.

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Minas é destaque em casas com tecnologia assistiva

A maior fabricante de produtos de acessibilidade criou o elevador de piscina movido a energia solar para reduzir as quedas e acidentes domésticos nas áreas de lazer que aumentaram 30% nos últimos 8 meses. SP, GO, MG, RJ, RS, SC e DF são os Estados que mais adaptaram as residências durante a pandemia.

Segurança. Minas Gerais ocupa o Top 3 no ranking nacional que mais adaptou residências para mobilidade reduzida e conseguiu reduzir quedas de idosos durante pandemia.

De acordo com um estudo realizado pela USP (Universidade Federal de São Paulo), 29% dos idosos caem ao menos uma vez ao ano e 13% caem de forma recorrente – neste período de pandemia e isolamento social, o número chegou a 30%.

Nesse contexto, segundo projeções da Coherent Market Insights, o mercado global de tecnologia assistiva vai movimentar US$ 26 BI até 2024, quase o dobro dos US$ 14 BI em 2015.

Para a Organização Mundial de Saúde a estimava é que até 2030 2 bilhões de pessoas irão consumir algum tipo desses produtos. Os banhos de piscina também conquistaram um lugar ao sol e mergulharam nessa onda. As vendas durante a pandemia não foram por água baixo e fizeram fabricantes criar novos produtos para a demanda em alta.

No Brasil, mais de 45 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência, incluindo a motora, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Soma-se a esses números a população idosa que só cresce e que, segundo o último censo, representa 13,5% da população brasileira, totalizando 28 milhões de pessoas acima de 60 anos.

Em boa parte do nosso território brasileiro o clima tropical é presente, e em dias de verão é ideal entrar na piscina para aguentar o calor. O Brasil está em segundo lugar no mercado de piscinas no ranking mundial, com mais de dois milhões de unidades instaladas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes e Construtores de Piscinas e Produtos Afins (Anapp).

Tomar um banho de piscina em casa ou no prédio onde mora, praticar natação por esporte ou mesmo como atividade de reabilitação motora nem sempre é uma ação simples para as pessoas que possuem alguma restrição motora temporária ou permanente.

Com o intuito de dar mais independência, autonomia e qualidade de vida, em especial às pessoas com restrições motoras, o Planeta Acessível, maior indústria fabricante de produtos para acessibilidade do Brasil e especialista em objetos de adaptações de ambiente para manter a segurança, aumentando ainda expectativa de vida, inovou e criou o MOBlife, uma linha de elevadores de transferência para a piscina, totalmente à base de energia solar, dispensando o uso de cabos e fiações externas.

O equipamento, que oferece mais autonomia para o usuário entrar e sair da água, com botão acoplado na própria cadeira e também na base, já é tendência em parques aquáticos, clínicas de fisioterapia, centros de reabilitação, hotéis, pousadas, spas e casas no mundo todo é fácil de instalar em qualquer tipo de piscina, sem contar que possui alta resistência, é anticorrosivo e segue todas as normas ABNT. 

Para o CEO do Planeta Acessível, Marcelo Costa, tornar espaços de lazer acessíveis a todos os públicos é mais que uma simples obra.”… crianças, idosos e portadores de necessidade especial exigem atenção redobrada. A demanda na pandemia aumentou. Vendemos cerca de 300 mil itens e estimamos um faturamento de R$ 22 milhões para 2021”, contou Costa. que projeta uma faturamento de R$ 22 milhões em 2021 e ja incluiu no planejamento do proximo anos a arrecado de 2% das vendas do elevador de piscina para projetos inclusivos.

Segundo balanço de Marcelo, entre os itens mais adquiridos estão além do elevador da piscina, outros itens estão liderando as vendas. Entre eles Barra de Apoio, Alarme Audiovisual, Banco Articulado para banho, Fechadura Acessível e Fita Antiderrapante para Banho. “Há uma procura significativa desses produtos nos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais”. Finaliza o empresario.

Fonte: https://cidadeconecta.com/minas-e-destaque-em-casas-com-tecnologia-assistiva/

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Grupo na Alemanha quer testar semana de quatro dias nas fábricas

A pandemia ampliou o interesse em formatos de menos tempo de trabalho. O principal modelo existe na Alemanha, e ampliá-lo pode ser saída para a crise

Com a produção longe dos patamares normais em meio à pandemia, trabalhadores na Alemanha estão pressionando por uma opção a um aumento salarial quase impossível neste momento. A saída, defendem eles, seria ter menos horas de trabalho.

O IG Metall, maior sindicato do mundo e que reúne trabalhadores da metalurgia em fábricas alemãs, está pedindo às empresas que implementem uma semana de quatro dias. A informação foi dita por Jörg Hofmann, líder do sindicato, ao jornal Süddeutsche Zeitung, um dos maiores jornais diários da Alemanha. 

Os empregadores ainda não responderam à solicitação. Mas uma redução na carga horária pode ser de fato uma das saídas estudadas pela Alemanha à medida em que, seis meses após o começo da crise da covid-19, a retomada se mostra mais lenta do que a esperada anteriormente.

Fonte: https://exame.com/carreira/grupo-na-alemanha-quer-testar-semana-de-quatro-dias-nas-fabricas/

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CARTEIRA DE TRABALHO DIGITAL É OBRIGATÓRIA A PARTIR DE 2021

ou veja a revista na fonte:

http://www.mundosindical.com.br/Revistas/66,Revista-Mundo-Sindical-Edicao-25

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É PRECISO INVESTIR NA QUALIFICAÇÃO DA POPULAÇÃO JOVEM, EDUCÁ-LA PARA AS NOVAS PROFISSÕES

ou veja a revista na fonte:

http://www.mundosindical.com.br/Revistas/66,Revista-Mundo-Sindical-Edicao-25

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A CONVENÇÃO Nº 190 DA OITE AS VIOLÊNCIAS NO AMBIENTE DE TRABALHO

ou acesso a fonte diretamente no site abaixo:

http://www.mundosindical.com.br/Revistas/66,Revista-Mundo-Sindical-Edicao-25

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SINDICATO, o que é e para que serve?

Com tantas informações falsas circulando na internet, que tentam enfraquecer o movimento sindical, até os próprios trabalhadores podem acabar ficando em dúvida sobre a importância dos sindicatos. Por isso, vamos explicar o que são, o que fazem e como funcionam os sindicatos, além de demonstrar a importância, a necessidade e os resultados do trabalho coletivo desenvolvido a favor de todos os trabalhadores.

Para começar: o que é o sindicato?

Sindicato é a união de trabalhadores para defender os seus interesses e conquistar constantes melhorias nas condições de trabalho e salário.

A organização dos trabalhadores em forma de sindicatos representa a consciência de classe, solidariedade, unidade e coletividade em torno de uma causa comum. O intuito é estimular ações de cidadania e despertar os trabalhadores para a importância da militância sindical, enfatizando assim o papel dos sindicatos na construção de consciência da classe trabalhadora e, em consequência, na organização e fortalecimento das bases sociais e da democracia.

 Como é a atuação de um sindicato?

Em resumo, os sindicatos atuam exercendo as seguintes funções específicas:

a) Representam, defendem e organizam os interesses dos trabalhadores da categoria;
b) Participam, em nome dos trabalhadores, da negociação coletiva, articulando greves ou recusando acordos, quando necessário. As negociações coletivas, por exemplo, servem para manter ou acrescentar novos direitos aos trabalhadores;
c) Promovem constantes meios de formação aos trabalhadores: cursos, debates, palestras etc., visando ao desenvolvimento do senso crítico;
d) Buscam justiça social.

No nosso país, porém, para cumprir essas funções, os sindicatos desempenham lutas e mobilizações distintas. As greves e mobilizações são alguns exemplos. Quando negociações, acordos e pautas de interesse da categoria não avançam porque os representantes patronais são intransigentes, a greve funciona como uma espécie de último recurso. São convocadas para provocar a reabertura de diálogo ou para obrigar o cumprimento de acordo ou convenção coletiva em vigor.

 Por que é importante a união dos trabalhadores em torno do sindicato?

Filiado ao sindicato, o trabalhador será representado por uma entidade e não precisará se expor de maneira isolada para enfrentar o patrão e o governo. A luta do sindicato é coletiva, protegendo o empregado de qualquer tipo de perseguição. Garante ainda maior força e amplia a participação de cada um, criando respeito, valores e direitos.

Qualquer trabalhador pode participar do sindicato?

É muito importante que os trabalhadores façam parte e acompanhem as atividades do sindicato que representa sua categoria profissional. A filiação ao sindicato é muito importante porque aumenta a força da categoria. Uma vez filiado à entidade, o trabalhador também estará contribuindo para a defesa e promoção de seus interesses.

Como se tornar um dirigente do sindicato?

Nesse caso, é preciso estar filiado à entidade e disputar as eleições do sindicato. Vale lembrar que são apenas os trabalhadores devidamente filiados que podem votar e ser votados. O trabalhador que deseja ser um dirigente deve participar ativamente do sindicato, aprimorar seu senso crítico e estar muito bem informado sobre os temas de interesse da classe trabalhadora e de sua categoria.

E o que faz um dirigente sindical?

Ele representa e defende os interesses da classe trabalhadora, atuando em negociações e eventos em geral, dando suporte à categoria. Faz também ações para mobilizar e conscientizar sua base, esclarecendo dúvidas. Ou seja, o dirigente coordena e conduz as lutas, mediando pautas, interesses e reivindicações da categoria com os patrões etc.

A principal missão do dirigente sindical, entretanto, é fazer com que a entidade oriente o trabalhador sobre seus direitos trabalhistas e previdenciários, seja no exercício de sua atividade ou na eventual dispensa, no momento da homologação.

Como é a estrutura sindical brasileira?

Assim, a estrutura sindical no Brasil é constituída de:

  • Sindicatos (entidade de base ou de primeiro grau)
  • Federações (entidades intermediárias ou de segundo grau)
  • Confederações (entidades de grau superior) de trabalhadores e de empregadores, que representam, respectivamente, as categorias profissionais e econômicas
  • Centrais Sindicais