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Assembleia Extraordinária Virtual

CONVOCO todos os sócios e todos os trabalhadores do 3º Grupo,integrantes das categorias abaixo relacionadas, para participarem das Assembleias Virtuais no dia 19 de abril de 2021, nos horários abaixo, através do GOOGLE MEET

  • Trabalhadores nas Indústrias de Instalações Elétricas, Gás, Hidráulicas e Sanitárias de Pará de Minas e Igaratinga

19/04/2021 as 17:00 h através do link:  https://meet.google.com/ita-mjkp-mqw

  • Trabalhadores nas Indústrias de Artefatos de Madeiras de Pará de Minas e Igaratinga

Dia 19/04/2021 ás 18:10 h através do link:  https://meet.google.com/wyp-wfrx-gyn

Pauta da Assembleia

a) Apresentação e aprovação da pauta de reivindicação salarial e condições de Trabalho, com vistas a serem firmadas Convenções Coletivas de Trabalho e Acordos Coletivos de Trabalho a vigorar no período de 2021 a 2022;

b) Autorização para a Diretoria assinar Acordos Coletivos de Trabalho ou Convenções Coletivas de Trabalho, em caso de frustradas ás negociação diretas, buscar mediação com órgãos competentes, e configurado o impasse ingressar com dissídio coletivo de trabalho;

c) Discutir e deliberar sobre as contribuições dos trabalhadores, a serem estabelecidas na convenção coletiva de trabalho,visando o suporte financeiro da campanha salarial e custeio da entidade sindical. 

d) Assuntos gerais de interesse dos trabalhadores.

Pará de Minas, 09 de abril de 2021.

Joaquim Luiz de Freitas-PRESIDENTE

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MPT confirma: benefícios somente para os associados do sindicato!

A Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região confirma: sob à Luz da Lei 13.467/2017 (nova Legislação Trabalhista), benefícios como: vale-alimentação, vale-transporte, Participação nos Lucros, reajuste salarial, dentre outros, somente farão jus os empregados que contribuem ao sindicato.

Na ação para abrir procedimento investigatório da cláusula que só permite tais benefícios para quem paga as contribuições, a procuradora do Trabalho, Dra. Heloise Ingersoll Sá, não só arquivou o pedido como reiterou que a nova legislação não alterou o artigo 513, da CLT, que diz que cabe aos sindicatos impor através de assembleia contribuições sindicais para todos aqueles que participam da categoria.

Portanto, “quem não contribui com o Sindicato de sua categoria, se isenta de participar dos benefícios conquistados pela entidade, sendo assim, abre mão do cumprimento de todas as cláusulas da Convenção Coletiva, seja no tocante às contribuições decididas em assembleia, quanto também as cláusulas econômicas e direitos auferidos”.

Confira na íntegra a decisão:
http://www.ugtparana.org.br/uploads/mpt_002.pdf

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Aumento de exportações industriais traria R$ 376 bi para economia

Retorno a níveis de 2008 preservaria 3,07 mi de empregos no Brasil

Trabalhador perde R$ 1,1 bi por ano com financiamento do BNDES a exportação de serviços, diz estudoCrédito: Divulgação

O retorno das exportações da indústria brasileira aos níveis de 2008 traria até R$ 376 bilhões por ano para a economia do país e preservaria 3,07 milhões de empregos. A estimativa foi feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e será apresentada hoje (18), no Encontro Nacional da Indústria 2020, evento que ocorre de maneira virtual neste ano. O levantamento considerou os impactos diretos e indiretos, assim como o pagamento de tributos e o aumento da renda, de um eventual aumento nas exportações de manufaturados ao pico, observado no fim da primeira década do século. De 2005 a 2008, o Brasil exportou, em valores totais, 0,8% dos produtos industrializados em todo o planeta. De lá para cá, a participação caiu para 0,6%. De acordo com a CNI, caso a participação tivesse sido mantida, as exportações industriais subiriam dos atuais US$ 82,2 bilhões por ano para US$ 105,3 bilhões anuais, alta de 28,1%. Segundo a entidade, cada US$ 1 bilhão exportado a mais por ano gera R$ 4,4 bilhões para a economia brasileira – em impactos diretos, indiretos, sobre impostos e sobre renda – e sustentaria 36.004 postos de trabalho. DesafiosPara aumentar as exportações da indústria brasileira, a CNI considera necessário maior grau de inserção das empresas brasileiras no mercado internacional. Segundo o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi, o Brasil precisa combinar a abertura comercial com a reforma tributária, que aumentaria a competitividade dos produtos brasileiros no exterior. O fortalecimento das medidas de defesa comercial, com a aplicação de retaliações a países que subsidiam exportações, como a China, também é apontado pela entidade como medida necessária. Apenas em 2019, ressalta a CNI, o Brasil importou US$ 5 bilhões em produtos com subsídios condenados pela Organização Mundial do Comércio (OMC). A CNI também defende a desburocratização do comércio exterior, a redução de barreiras comerciais em terceiros mercados, investimentos em logística e infraestrutura para o comércio internacional e a concessão de financiamentos e de garantias às exportações como medidas complementares para impulsionar a conquista de mercados internacionais pelas indústrias brasileiras. Por causa da pandemia de covid-19, as exportações de manufaturados brasileiros caíram 20% de janeiro a setembro, em relação ao mesmo período de 2019.

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Sindicatos da Uganda trabalhando pela industrialização da África

Em 10 de novembro, seis afiliadas da IndustriALL em Uganda organizaram uma conferência que reuniu 80 participantes, incluindo os principais parceiros sociais, para discutir estratégias para o desenvolvimento econômico do país e como isso se liga à industrialização do continente por meio da integração de comunidades econômicas.

Os sindicatos concordaram que o terceiro Plano Nacional de Desenvolvimento do país (2020-2025) é um documento importante de incentivo a política de industrialização de Uganda e que os sindicatos devem assegurar sua implementação. O plano promove a agregação de valor nos setores de mineração, petróleo e gás e outro setores, bem como a geração de empregos. As entidades sindicais enfatizaram que a industrialização deve trazer empregos decentes e que os direitos dos trabalhadores devem ser respeitados. O encontro foi a oportunidade de pedir aos governantes do país a ratificarem a Convenção 190 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) sobre a eliminação da violência e do assédio no mundo do trabalho. Além disso, salários dignos e a erradicação do trabalho precário devem ser considerados na implementação. Por sua vez, os investimentos no desenvolvimento industrial também devem trazer novas competências aos trabalhadores. O governo também deve construir mais zonas de processamento de exportação para os setores de têxteis, vestuário, couro e calçados que possam criar mais empregados para os ugandenses ao longo da cadeia de valor. Os setores de pequena e média escala também devem ser apoiados. A reunião contou com a presença de membros do parlamento representando trabalhadores, altos funcionários do governo, organizações empresariais, líderes sindicais, organizações da sociedade civil, organizações de empregadores e especialistas. Os cinco representantes do parlamento que representam os trabalhadores, prometeram levar o debate sobre a industrialização para o parlamento ugandense. A constituição de Uganda permite a eleição de membros do parlamento que representam os trabalhadores. O presidente do Conselho Coordenador da IndustriALL de Uganda, Hajji Twaha Sempebwa, falou sobre a importância da industrialização do continente africano. “A industrialização é a chave para o desenvolvimento dos países da África Subsaariana, incluindo Uganda, pois cria oportunidades de trabalho decentes. No entanto, devemos garantir que os direitos dos trabalhadores e empregos decentes estejam na ordem do dia. Nossos governos deram grandes passos para garantir o sucesso, mas ainda há muito a fazer para superar os desafios da implementação, especialmente no contexto da pandemia COVID-19, disse Sempebwa.

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80% dos jovens que nunca frequentaram escola estavam sem ocupação em 2019

Dados ajudam a entender por que no Brasil ainda há tantos jovens que não estudam nem trabalham. No ano passado, a proporção de pessoas

Crise força jovens a sair em busca de empregoCrédito: Divulgação

Dos jovens que frequentaram a escola até os 10 anos de idade, 55% não estavam ocupados no ano anterior.

Essa proporção vai diminuindo enquanto aumenta o número de anos estudados. Em 2019, 62,6% dos jovens que estudaram até os 18 anos ou mais estavam ocupados. Esses dados ajudam a entender por que no Brasil ainda há tantos jovens que não estudam nem trabalham.

No ano passado, a proporção de pessoas nessa situação reduziu, passando de 23,0%, em 2018, para 22,1%, em 2019. Apesar da melhora no indicador, o país tem mais jovens que não estudam nem têm ocupação do que outros países da América do Sul, como Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia. “A redução nesse indicador resulta do aumento do nível de ocupação dos jovens no período.

Não se tratou, portanto, da expansão do acesso à educação”, explica a analista da Gerência de Indicadores Sociais do IBGE, Luanda Botelho, acrescentando que o indicador de quem não estuda nem tem ocupação não tem uma variação conjuntural tão destacada de um ano para o outro.

Entre as regiões do país, os estados do Sul apresentaram os percentuais de jovens sem estudar e sem ocupação mais próximos de países desenvolvidos, principalmente, nas capitais. Por outro lado, em todos os estados do

Nordeste mais de 25% dos jovens estavam nessa condição. Em 2019, apenas 40,5% dos jovens estavam ocupados no Nordeste, enquanto a média nacional era 49,8%.

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Pandemia amplia abismo da desigualdade racial no trabalho, aponta Dieese

O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro (sexta), se aproxima e o cenário não é nada animador. A persistente desigualdade entre negros e brancos no mercado de trabalho ficou ainda mais acentuada durante a pandemia da Covid-19.

Homens e mulheres negros sentiram, de forma mais grave, os danos do isolamento e da redução do nível de atividade econômica. É o que revela o Boletim Especial do Dieese, baseado em pesquisa do IBGE. Os dados mostraram que mais de 6,4 milhões de homens e mulheres negros saíram do mercado de trabalho, entre o 1º e o 2º trimestre de 2020. Ou seja, perderam ou deixaram de procurar emprego por acreditar não ser possível conseguir nova colocação. Entre os brancos, o número de pessoas nessa mesma situação chegou a 2,4 milhões. Segundo José Silvestre Prado de Oliveira, diretor do Dieese, os dados revelam uma piora das condições dos negros no mercado de trabalho, seja do ponto de vista da taxa de desemprego, fechamento de postos de trabalho ou em relação à remuneração. Mulheres – A desigualdade é ainda maior quando comparada a remuneração da mulher negra com a do homem branco.

“No segundo trimestre de 2020, o salário médio do homem branco ficou em torno de R$ 3.450,00. Enquanto da trabalhadora negra foi de R$ 1.575,00, em média”

Afirma o diretor do Dieese. Políticas – Silvestre lembra que políticas de cotas ou ações afirmativas, estabelecidas nos governos Lula e Dilma, visavam diminuir essa desigualdade.

“Mas infelizmente, no governo atual temos um comportamento odioso em relação à população negra. A escolha de Sérgio Nascimento de Camargo para a presidência da Fundação Cultural Palmares reflete essa postura”.

Nas redes sociais, Sérgio minimizou o racismo no País. Dieese – Clique aqui e baixe o Boletim da Desigualdade.

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SINDICATO, o que é e para que serve?

Com tantas informações falsas circulando na internet, que tentam enfraquecer o movimento sindical, até os próprios trabalhadores podem acabar ficando em dúvida sobre a importância dos sindicatos. Por isso, vamos explicar o que são, o que fazem e como funcionam os sindicatos, além de demonstrar a importância, a necessidade e os resultados do trabalho coletivo desenvolvido a favor de todos os trabalhadores.

Para começar: o que é o sindicato?

Sindicato é a união de trabalhadores para defender os seus interesses e conquistar constantes melhorias nas condições de trabalho e salário.

A organização dos trabalhadores em forma de sindicatos representa a consciência de classe, solidariedade, unidade e coletividade em torno de uma causa comum. O intuito é estimular ações de cidadania e despertar os trabalhadores para a importância da militância sindical, enfatizando assim o papel dos sindicatos na construção de consciência da classe trabalhadora e, em consequência, na organização e fortalecimento das bases sociais e da democracia.

 Como é a atuação de um sindicato?

Em resumo, os sindicatos atuam exercendo as seguintes funções específicas:

a) Representam, defendem e organizam os interesses dos trabalhadores da categoria;
b) Participam, em nome dos trabalhadores, da negociação coletiva, articulando greves ou recusando acordos, quando necessário. As negociações coletivas, por exemplo, servem para manter ou acrescentar novos direitos aos trabalhadores;
c) Promovem constantes meios de formação aos trabalhadores: cursos, debates, palestras etc., visando ao desenvolvimento do senso crítico;
d) Buscam justiça social.

No nosso país, porém, para cumprir essas funções, os sindicatos desempenham lutas e mobilizações distintas. As greves e mobilizações são alguns exemplos. Quando negociações, acordos e pautas de interesse da categoria não avançam porque os representantes patronais são intransigentes, a greve funciona como uma espécie de último recurso. São convocadas para provocar a reabertura de diálogo ou para obrigar o cumprimento de acordo ou convenção coletiva em vigor.

 Por que é importante a união dos trabalhadores em torno do sindicato?

Filiado ao sindicato, o trabalhador será representado por uma entidade e não precisará se expor de maneira isolada para enfrentar o patrão e o governo. A luta do sindicato é coletiva, protegendo o empregado de qualquer tipo de perseguição. Garante ainda maior força e amplia a participação de cada um, criando respeito, valores e direitos.

Qualquer trabalhador pode participar do sindicato?

É muito importante que os trabalhadores façam parte e acompanhem as atividades do sindicato que representa sua categoria profissional. A filiação ao sindicato é muito importante porque aumenta a força da categoria. Uma vez filiado à entidade, o trabalhador também estará contribuindo para a defesa e promoção de seus interesses.

Como se tornar um dirigente do sindicato?

Nesse caso, é preciso estar filiado à entidade e disputar as eleições do sindicato. Vale lembrar que são apenas os trabalhadores devidamente filiados que podem votar e ser votados. O trabalhador que deseja ser um dirigente deve participar ativamente do sindicato, aprimorar seu senso crítico e estar muito bem informado sobre os temas de interesse da classe trabalhadora e de sua categoria.

E o que faz um dirigente sindical?

Ele representa e defende os interesses da classe trabalhadora, atuando em negociações e eventos em geral, dando suporte à categoria. Faz também ações para mobilizar e conscientizar sua base, esclarecendo dúvidas. Ou seja, o dirigente coordena e conduz as lutas, mediando pautas, interesses e reivindicações da categoria com os patrões etc.

A principal missão do dirigente sindical, entretanto, é fazer com que a entidade oriente o trabalhador sobre seus direitos trabalhistas e previdenciários, seja no exercício de sua atividade ou na eventual dispensa, no momento da homologação.

Como é a estrutura sindical brasileira?

Assim, a estrutura sindical no Brasil é constituída de:

  • Sindicatos (entidade de base ou de primeiro grau)
  • Federações (entidades intermediárias ou de segundo grau)
  • Confederações (entidades de grau superior) de trabalhadores e de empregadores, que representam, respectivamente, as categorias profissionais e econômicas
  • Centrais Sindicais

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Campanha Salarial 2020

Em setembro e outubro foram realizadas nossas assembleias com os trabalhadores do 3º grupo e agora nossa campanha salarial avança e já enviamos para a pauta de reivindicações dos trabalhadores que atuam na indústrias de  produção  de insumos: Cal e Gesso, Mármore e Granito, Produtos e Artefatos de Cimento, Cerâmica e Olaria e nas indústrias da construção civil. Com a pandemia da COVID-19, a indústria da construção está a todo vapor.
As construtoras comemoram crescimento acima de 10%. Com a demanda crescente, faltam insumos nas lojas e os preços dispararam: os tijolos tiveram inflação de até 80%, o cimento teve inflação maior que 30%, faltam telhas e outros itens.
E se os patrões comemoram crescimento é porque nas fábricas o trabalho não parou um dia sequer. É o suor do trabalhador que promove, desde sempre, o crescimento dessas empresas, esperamos ter uma boa negociação salarial de valorização dos trabalhadores.

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